Despesas Municipais: Ano 2026
Painel analítico dos pagamentos realizados pela Prefeitura de Candiba no período de Janeiro a Março de 2026.
Comparativo com 2025
Comparação considerando o mesmo período (Janeiro a Março): em 2025, a prefeitura pagou R$ 13.052.304,03 nos mesmos meses; em 2026, o total foi de R$ 13.998.436,10 — uma aumento de 7.2% (R$ 946.132,07).
📌 Para referência, o total completo de 2025 (12 meses) foi de R$ 61.454.054,16.
📊 Gastos por Categoria
Classificação das despesas por natureza econômica e finalidade.
🏛️ Distribuição por Área
| Área Funcional / Secretaria | Total (R$) | % |
|---|---|---|
| Educação | R$ 5.636.628,83 | 40.3% |
| Saúde | R$ 3.457.306,85 | 24.7% |
| Obras e Urbanismo | R$ 2.598.863,73 | 18.6% |
| Administração e Finanças | R$ 1.376.557,77 | 9.8% |
| Assistência Social | R$ 684.509,97 | 4.9% |
| Infraestrutura Rodoviária | R$ 120.823,08 | 0.9% |
| Agricultura e Meio Ambiente | R$ 57.230,48 | 0.4% |
| Gabinete do Prefeito | R$ 54.837,77 | 0.4% |
| Controle Interno | R$ 11.677,62 | 0.1% |
🗓️ Evolução Mensal
| Mês | Pag. | Valor Pago |
|---|---|---|
| Janeiro | 357 | R$ 4.733.598,75 |
| Fevereiro | 456 | R$ 4.810.498,60 |
| Março | 560 | R$ 4.454.338,75 |
📝 Análise Crítica
O primeiro trimestre de 2026 na Prefeitura de Candiba resultou em um volume total de pagamentos de R$ 13.998.436,10, abrangendo um período de execução financeira que vai de 2 de janeiro a 31 de março. Com a realização de 1.373 transações financeiras distribuídas entre 254 fornecedores, observa-se uma movimentação administrativa intensa para o início do exercício, demonstrando o ritmo operacional da máquina pública municipal no atendimento às demandas da população logo nos primeiros meses do ano.
A análise qualitativa das despesas revela uma forte concentração em duas categorias principais que, somadas, consomem quase 78% do orçamento executado no período: Serviços de Terceiros, com 40,2%, e Pessoal e Encargos, com 37,6%. Tal distribuição é característica de municípios de pequeno e médio porte, onde a manutenção da estrutura administrativa e a prestação direta de serviços essenciais, especialmente em Educação e Saúde — que lideram as áreas funcionais com 40,3% e 24,7% respectivamente —, exigem grande alocação de recursos em folha de pagamento e contratações de apoio para o funcionamento das secretarias.
No que tange à evolução mensal, o fluxo de gastos apresentou uma estabilidade relativa, variando entre R$ 4,4 milhões e R$ 4,8 milhões ao longo dos três meses iniciais. O mês de fevereiro registrou o pico de desembolso do trimestre, o que pode estar atrelado à regularização de contratos de início de ano e ao cronograma de serviços continuados após o encerramento do exercício anterior. Março, apesar de apresentar o maior número de ordens de pagamento individuais, teve o menor volume financeiro total, sugerindo uma pulverização de gastos em itens de menor valor unitário e maior diversidade de aquisições.
Quanto à concentração em fornecedores, os cinco maiores recebedores detêm aproximadamente 32% de todo o valor pago pela municipalidade. Além das obrigações compulsórias com a folha do Fundeb e o INSS, destaca-se a presença de empresas de construção e serviços administrativos no topo da lista, com pagamentos que superam a marca de um milhão de reais. Embora a concentração não seja considerada crítica, a dependência de fornecedores específicos para obras e serviços de apoio administrativo exige vigilância contínua para garantir a competitividade das licitações e evitar riscos à continuidade dos serviços em caso de eventuais problemas contratuais.
Ao compararmos com o mesmo período do ano anterior, nota-se um crescimento real de 7,2% nas despesas totais, representando um incremento de R$ 946 mil em relação a 2025. O dado mais impactante desse comparativo é o salto na categoria de Obras e Instalações, que cresceu mais de 2600% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, indicando uma clara mudança de prioridade para a infraestrutura urbana e obras públicas. Em contrapartida, houve uma redução severa em Investimentos diretos e manutenção de veículos, o que sugere que o município priorizou grandes intervenções estruturantes em detrimento de renovações de ativos ou reparos preventivos de menor escala.
Por fim, o cidadão deve manter-se atento à manutenção do equilíbrio entre as despesas com pessoal e a nova capacidade de investimento em obras, que ganhou fôlego substancial neste início de ano. É fundamental monitorar se o expressivo aumento nos gastos com obras e serviços de terceiros resultará em melhorias efetivas nos serviços públicos, especialmente considerando que categorias como medicamentos e manutenção de veículos apresentaram queda ou valores baixos. A transparência e o acompanhamento próximo desses indicadores são essenciais para garantir que a expansão dos gastos em infraestrutura não comprometa a eficiência do custeio básico essencial à vida do cidadão.
Texto gerado por IA com base nos dados do TCM-BA
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Dados: TCM-BA | Processado em: 02/05/2026 13:00