Despesas Municipais: Ano 2025
Painel analítico detalhado de todos os pagamentos realizados pela Prefeitura de Candiba no ano de 2025.
📊 Gastos por Categoria
Classificação das despesas por natureza econômica e finalidade.
🏛️ Distribuição por Área
| Área Funcional / Secretaria | Total (R$) | % |
|---|---|---|
| Educação | R$ 24.329.140,79 | 39.6% |
| Saúde | R$ 14.571.942,72 | 23.7% |
| Obras e Urbanismo | R$ 13.392.197,61 | 21.8% |
| Administração e Finanças | R$ 6.123.084,94 | 10% |
| Assistência Social | R$ 1.603.919,79 | 2.6% |
| Infraestrutura Rodoviária | R$ 691.878,12 | 1.1% |
| Gabinete do Prefeito | R$ 438.682,85 | 0.7% |
| Agricultura e Meio Ambiente | R$ 273.368,30 | 0.4% |
| Controle Interno | R$ 29.839,04 | 0% |
🗓️ Evolução Mensal
| Mês | Pag. | Valor Pago |
|---|---|---|
| Janeiro | 299 | R$ 2.809.409,74 |
| Fevereiro | 439 | R$ 5.477.887,00 |
| Março | 472 | R$ 4.765.007,29 |
| Abril | 458 | R$ 5.041.860,37 |
| Maio | 485 | R$ 5.417.419,24 |
| Junho | 439 | R$ 4.507.591,01 |
| Julho | 568 | R$ 5.244.327,49 |
| Agosto | 430 | R$ 5.500.420,13 |
| Setembro | 509 | R$ 5.072.221,76 |
| Outubro | 434 | R$ 4.136.568,25 |
| Novembro | 541 | R$ 6.608.611,31 |
| Dezembro | 616 | R$ 6.872.730,57 |
📝 Análise Crítica
Durante o exercício financeiro de 2025, a Prefeitura Municipal de Candiba/BA registrou um volume total de despesas pagas na ordem de R$ 61.454.054,16. Este montante foi processado por meio de 5.690 registros de pagamentos, abrangendo o intervalo compreendido entre 07 de janeiro e 30 de dezembro. A movimentação financeira envolveu uma rede de 500 fornecedores distintos, o que indica uma atividade administrativa contínua e capilarizada ao longo de todo o ano para a manutenção das políticas públicas e do funcionamento da estrutura municipal.
A análise da distribuição por categoria econômica revela que a maior parte dos recursos é direcionada ao custeio operacional da máquina pública. O grupo de Pessoal e Encargos Sociais consumiu R$ 23.434.161,62, o que representa 38,1% do orçamento total, seguido de perto pelos Serviços de Terceiros, que responderam por 36,5% (R$ 22,4 milhões). Essa concentração de quase três quartos dos gastos em folha e contratações de serviços é característica de municípios desse porte, onde a prestação direta de serviços e a zeladoria administrativa demandam a quase totalidade da receita, deixando uma margem mais estreita para investimentos diretos, que ficaram em 8,2%.
A evolução mensal dos gastos apresenta uma trajetória de crescimento gradual, com picos acentuados no encerramento do exercício financeiro. Enquanto o mês de janeiro registrou a menor execução financeira (R$ 2,8 milhões), os meses de novembro e dezembro atingiram os maiores patamares, com R$ 6,6 milhões e R$ 6,8 milhões, respectivamente. Esse comportamento é tecnicamente esperado na administração pública e decorre principalmente do pagamento do 13º salário dos servidores municipais e da intensificação na liquidação de contratos de obras e serviços antes do fechamento do balanço anual, visando evitar o acúmulo excessivo de restos a pagar.
No que se refere à concentração em fornecedores, observa-se que os cinco maiores recebedores detêm uma parcela significativa do orçamento, embora parte considerável desse montante seja destinada a obrigações legais e salariais. Destacam-se as folhas de pagamento do FUNDEB e os repasses previdenciários ao INSS. Entre as entidades privadas, sobressai o volume pago a um posto de combustíveis (R$ 2,26 milhões) e a uma empresa de serviços administrativos (R$ 2,01 milhões). Embora a presença de obrigações governamentais no topo da lista seja natural, a magnitude dos gastos com combustíveis e serviços terceirizados exige um monitoramento rigoroso para assegurar a eficiência e a competitividade dessas contratações.
Sob a perspectiva das áreas funcionais, os setores de Educação e Saúde foram os principais destinos do gasto público, somando juntos mais de 63% do total desembolsado. A Educação recebeu o maior aporte, com R$ 24,3 milhões (39,6%), patamar que reflete o peso das transferências vinculadas e a priorização do setor pedagógico. A Saúde contou com R$ 14,5 milhões (23,7%), evidenciando o cumprimento das obrigações constitucionais de investimento no setor. A área de Obras e Urbanismo também apresentou relevância, executando 21,8% do total pago, o que sinaliza uma movimentação importante em infraestrutura urbana e manutenção de serviços coletivos.
Como observações finais, destaca-se que a gestão dos recursos em 2025 manteve-se focada nos eixos fundamentais, mas com um custo operacional de manutenção elevado. O cidadão deve manter-se atento à qualidade dos serviços prestados diante do alto volume de contratações de terceiros e ao controle de despesas acessórias, como manutenção de veículos e materiais de escritório, que somam valores consideráveis. A transparência nos pagamentos e o equilíbrio no serviço da dívida sugerem uma gestão de passivos sob controle, mas a vigilância sobre a eficiência dos gastos correntes deve ser constante para garantir que o dinheiro público gere o máximo de retorno social possível à comunidade.
Texto gerado por IA com base nos dados do TCM-BA
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Dados: TCM-BA | Processado em: 02/05/2026 12:59